Para entender a violência doméstica

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Organizações de Direitos Humanos

 

Pense nas cinco mulheres mais importantes da sua vida. Se levarmos em conta as estatísticas brasileiras, pelo menos um deles pode já ter sofrido da violência doméstica.

A violência contra as mulheres é democrática. Conforme relatado pela Organização Mundial da Saúde, ocorre em todos os aspectos sociais, religiosos, culturais e grupos econômicos. E das maneiras mais diferentes. De acordo com a lei Maria da Penha uma mulher pode sofrer física [OFENDENDO A INTEGRIDADE DA SAÚDE OU DO CORPO], psicológico [CAUSANDO DANO EMOCIONAL], sexual [EMBARASSING SEU INTERCOURSE DE COERCO] patrimonial [IMPEDIR O ACESSO AOS BENS E RECURSOS ECONÔMICOS] e violência moral [CONFIGURANDO DEFAMAÇÃO] A maioria das mulheres vítimas de violência é agredida pelos seus parceiros ou ex-parceiros.

Tanto em casa quanto na rua. E isso acontece o tempo todo. A cada 17 minutos, uma mulher é agredido fisicamente no Brasil. A cada meia hora, alguém sofre violência psicológica ou moral. A cada três horas alguém relata um caso de prisão privada. Em um dia, 8 casos de violência sexual são descobertos no país. [RAPE, ASSÉDIO E EXPLORAÇÃO SEXUAL] E toda semana, 33 mulheres são assassinadas por antigos ou actuais parceiros. Os ataques acontecem toda semana para 75% das vítimas, um cenário que é mantido até 5 anos. Essa violência também afeta a parte mais vulnerável da família.

A grande maioria das mulheres são mães, [78% são mães] e as crianças acabam vendo ou sofrendo as agressões. [80% DAS CRIANÇAS] Por que essas mulheres não acabam com isso? Porque não é tão simples assim. Eles freqüentemente relatam que estão com medo de ser espancado, ou mesmo ser morto, se eles dissessem alguma coisa.

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Eles também temem que eles possam sair como o vilão. Além disso, muitos são financeiramente dependentes do abusador e não recebem apoio emocional de familiares ou conhecidos. Outro desincentivo é a falta de punição apropriada para o infrator. Eles só ficam atrás das grades por três meses até três anos. Se eles alguma vez fizerem. A razão para todo esse problema é histórica. A igualdade de gênero perante a lei é uma questão muito recente no Brasil. Até 1940 ainda existia a Lei de Honra, que anulou a culpa do marido no caso de ele ter assassinado a esposa que o traiu. Lá fora, em países como o Egito, esta lei é válida até hoje. Por aqui, o que podemos fazer é aproveitar datas como o Dia da Mulher para deixar claro que esse tipo de violência não é aceitável e que, quando o ofensor não percebe isso, [82% DA POPULAÇÃO ACREDITA QUE “NINGUÉM PODERIA COLOCAR O SEU NARIZ EM UMA LUTA COM O MARIDO E A ESPOSA” (OU COLOQUE SUA COLHER, COMO NÓS DIZEM EM PORTUGUÊS) nossa única escolha é nos intrometermos.

Que nome se deve dar a uma mulher que é assassinada dentro de sua própria casa por quem deveria protegê-la? É um feminicídio. Feminicídio é aquele crime que acontece pelo fato de ser mulher, não é? A pena é maior que a do homicídio. A mulher, a morte dela é relacionada com o poder que o homem acha que tem sobre ela e assassina a sua mulher no local onde ela deveria estar se sentindo mais protegida..

Pense nas cinco mulheres mais importantes da sua vida. Se levarmos em conta as estatísticas brasileiras, pelo menos um deles pode já ter sofrido da violência doméstica.  A violência contra as mulheres é democrática. Conforme relatado pela Organização Mundial da Saúde, ocorre em todos os aspectos sociais, religiosos, culturais e grupos econômicos. E das maneiras mais diferentes. De acordo com a lei Maria da Penha uma mulher pode sofrer física [OFENDENDO A INTEGRIDADE DA SAÚDE OU DO CORPO], psicológico [CAUSANDO DANO EMOCIONAL], sexual  patrimonial [IMPEDIR O ACESSO AOS BENS E RECURSOS ECONÔMICOS] e violência moral [CONFIGURANDO DEFAMAÇÃO] A maioria das mulheres vítimas de violência é agredida pelos seus parceiros ou ex-parceiros. Tanto em casa quanto na rua. E isso acontece o tempo todo. A cada 17 minutos, uma mulher é agredido fisicamente no Brasil.

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A cada meia hora, alguém sofre violência psicológica ou moral. A cada três horas alguém relata um caso de prisão privada. Em um dia, 8 casos de violência sexual são descobertos no país. [RAPE, ASSÉDIO E EXPLORAÇÃO SEXUAL] E toda semana, 33 mulheres são assassinadas por antigos ou actuais parceiros. Os ataques acontecem toda semana para 75% das vítimas, um cenário que é mantido até 5 anos. Essa violência também afeta a parte mais vulnerável da família. A grande maioria das mulheres são mães, [78% são mães] e as crianças acabam vendo ou sofrendo as agressões. [80% DAS CRIANÇAS] Por que essas mulheres não acabam com isso? Porque não é tão simples assim. Eles freqüentemente relatam que estão com medo de ser espancado, ou mesmo ser morto, se eles dissessem alguma coisa. Eles também temem que eles possam sair como o vilão. Além disso, muitos são financeiramente dependentes do abusador [4 OUT OF 10] e não recebem apoio emocional de familiares ou conhecidos.

Outro desincentivo é a falta de punição apropriada para o infrator. Eles só ficam atrás das grades por três meses até três anos. Se eles alguma vez fizerem. A razão para todo esse problema é histórica. A igualdade de gênero perante a lei é uma questão muito recente no Brasil. Até 1940 ainda existia a Lei de Honra, que anulou a culpa do marido no caso de ele ter assassinado a esposa que o traiu. Lá fora, em países como o Egito, esta lei é válida até hoje.

Por aqui, o que podemos fazer é aproveitar datas como o Dia da Mulher para deixar claro que esse tipo de violência não é aceitável e que, quando o ofensor não percebe isso, [82% DA POPULAÇÃO ACREDITA QUE “NINGUÉM PODERIA COLOCAR O SEU NARIZ EM UMA LUTA COM O MARIDO E A ESPOSA” (OU COLOQUE SUA COLHER, COMO NÓS DIZEM EM PORTUGUÊS) nossa única escolha é nos intrometermos..

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